quarta-feira, 18 de novembro de 2009
O amor argentino

O amor argentino por Maradona parece não ter limites. Da comparação de sua superioridade a Pelé passando pela igreja em que é tido como Deus maior.
A onda agora no país que tem o grande ídolo como técnico do selecioando hermano e teve grandes dificuldades para se classificar para a Copa da África é ficar gourando e azucrinando o novo ídolo dos gramados de lá: Lionel Messi - Mágico em Barcelona, seu clube, e um jogador comum em Buenos Aires.
Para tentar voltar a conquistar um título de Copa do Mundo depois de o último em 1986, os hermanos lançaram um site em que pedem para que Messi faça um corte de cabelo igual ao de Diego Maradona no Mundial de 1986 no México.
O pedido inclui um permanente para que as madeixas do meia-atacante do Barcelona fiquem enroladas como as do atual técnico da seleção da Argentina.
“Não há dúvidas sobre o que fez Maradona voar na Copa de 1986 foi sua cabeleira. Sua forma enrolada faz com que o vento cruze por toda a sua cabeça tendo os mesmos efeitos dos aerofólios nos carros de Fórmula 1”, brinca o texto sobre a explicação ‘científica’ para o pedido.
Minha vida por um tango.
PA
terça-feira, 17 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
O Brasil na crista da onda

e o Cristo voa na capa da revista mais importante de economia do mundo.
"... in some ways, Brazil outclasses the other BRICs. Unlike China, it is a democracy. Unlike India, it has no insurgents, no ethnic and religious conflicts nor hostile neighbours. Unlike Russia, it exports more than oil and arms, and treats foreign investors with respect. Under the presidency of Luiz Inácio Lula da Silva, a former trade-union leader born in poverty, its government has moved to reduce the searing inequalities that have long disfigured it. Indeed, when it comes to smart social policy and boosting consumption at home, the developing world has much more to learn from Brazil than from China."
Fonte: The Economist
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
O apagão da beleza
Acordou atrasada para os compromissos do dia. Tinha ficado à espera de voltar a luz. O apagão iniciado pouco depois das dez da noite em mais de 18 Estados brasileiros havia lhe tirado o sono. Uma preocupação maior com os peixes do aquário e a falta de oxigênio – a bomba também era plugada na energia elétrica, você imagina?! – outra que rondava seus pensamentos, mas que ela não deixava escapar para o marido: a geladeira e todos os iogurtes que facilitam o funcionamento do intestino, o queijo branco, a linhaça....ah, essa poderia resistir a muitos dias sem luz antes de estragar.
Mas enfim levantou-se depois de retirar cuidadosamente a máscara de creme de pepino do rosto. Queria aproveitá-la novamente na noite seguinte, apesar da queda do dólar propiciar mais compras cosméticas no Duty Free. Chegou à copa com sua roupa de ginástica e revoltou-se com a empregada. Onde estavam as duas fatias de pão integral e o mamão de todo santo dia? Quase sem coragem, a empregada responde que a ausência do pão era esquecimento mesmo e que o mamão...bem, o mamão não tinha resistido ao calor senegalês e à ausência de refrigeração.
Engoliu o café da manhã parcialmente balanceado e saiu para o dia extremamente cheio. Tinha que incumbir o motorista de deixar a babá na escola da filha e ir ao Santa Luzia; e deixar claro para ele que só deveria ir buscar as compras na Vila Nova DEPOIS que fizesse isso.
Rompeu a garagem de duas portas depois de sentar a mão na buzina sem dar bom dia ao segurança; que mesmo assim tinha obrigação de manter o trato e cumprimentá-la.
O stress foi dominando-a sorrateiramente. Primeiro os carros de pobre que enchiam as ruas da cidade. Depois as caçambas jogadas diante de prédios chiques como o seu, abarrotadas de entulhos. Mais adiante, a faixa exclusiva de ônibus, que absurdo dar prioridade pra eles! Jogou o carro na mesma para não chegar atrasada, ciente de que depois deveria falar com o Mauro, do DETRAN, para aliviar as multas e transferi-las a algum morto qualquer.
Não entendia porque tantos semáforos ainda estavam desligados. Sem ligar CBN ou Sul-América, xingava a CET, muito incompetente de ainda não ter feito as coisas voltarem ao normal. No caminho planejou o encontro via celular. Falando com a amiga, pediu que prometesse sigilo se quisesse a acompanhar na empreitada: então me encontre lá, mas vá sozinha! Não quero que espalhe, se não te tiro da roda de carteado de domingo no clube.
No endereço, discretos manobristas à frente de uma casa branca faziam a recepção. Mais uma vez sem o bom dia: não quero meu carro longe pra você ficar dando volta e pagando de gato. Você faça o favor de deixá-lo na porta ou falo com sua chefe. Servilmente, ele só assentiu com a cabeça.
Na entrada, a recepcionista, de sorriso largo, lhe dá bom dia e milagrosamente recebe de volta outro, acompanhado de um querida. “Está tudo pronto? Estou morrendo de pressa!”
A resposta trouxe lágrimas contidas aos seus olhos. “Olha, infelizmente, a gente não vai estar podendo realizar o bronzeamento hoje. A ANVISA acabou de divulgar uma nova norma que proíbe o uso deste aparelho que temos porque a pessoa que estiver fazendo o tratamento pode estar ficando mais propensa a ter problemas de pele...”
Era o fim....”paisinho de merda esse....quero ir pra Paris!, lá sim é que é País de verdade!”
Amaranthus
Terry Rodgers
O Celular e o Apagão.

Em tempos de conectividade movel e web 2.0 nada mais primitivo do que um apagão elétrico. Na ultima terça-feira milhões de brasileiros ficaram sem luz por algumas horas. Passamos por momentos de solidão e reclusão e é num momento como esse que percebemos o quanto estamos dependentes de atributos tecnológicos. Sem luz, recorremos aos celulares seja para escutar uma estação de rádio em busca de informações sobre o ocorrido, ou a navegar pela internet móvel.
Num momento extremo como esse fica evidente a força que esses aparelhos possuem. O twitter bombou, a ferramenta perfeita para ouvir e ser ouvido, e também uma forma de fazer parte disso tudo. Estamos sim diante de uma revolução, nossa cultura vai mudar drasticamente nos próximos anos. O rumo desta história esta em nossas mãos, na verdade em nossos dedões!
É Nessa Quinta!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
miss a taxi cab ride for third party
shallow hints."
J.G.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
CINEMÃO - Where the Wild Things Are

PARA MENINOS MIMADOS
Algumas das brincadeiras que temos quando somos crianças nunca nos sairão da cabeça. Eu mesmo me recordo de colocar todos os bonequinhos que tinha espalhados pelo living da sala dos meus pais para depois organizar um verdadeiro filme épico com mocinhos e bandidos, vencedores e vencidos. Eu roubava os talheres de prata para fazer a sonoplastia das armas dos rivais que se enfrentavam, estourava sacos plásticos para as bombas e tiros e usava muita geleca e líquidos para simular sangue e afins.
Por isso mesmo que me encantei com Where The Wild Things Are (Onde Vivem Os Monstros), novo filme de Spike Jonze que estreou final de semana passado nos Estados Unidos. A previsão é de que o longa entre em cartaz no Brasil no primeiro dia do ano que vem.
A história se passa num mundo fantástico criado por Max, um garoto mimado que não aceita o que julga como falta de atenção da irmã mais velha e da mãe. Depois de uma briga numa casa on the suburbs, ele “foge” para esse lugar mágico para se tornar rei de inocentes e gigantes criaturas.
Spike Jonze é gênio da arte cinematográfica. Já provou isso nos filmes que fez, com destaque para Adaptação (2002) e Quero Ser John Malkovich (1999). Mas desta vez ele criou um universo onírico com belíssima fotografia, personagens encantadores (que nada mais são do que facetas das personalidades do próprio garoto) e uma lição de moral super bacana para os meninos mimados que, de certa forma, todos somos mesmo depois de crescermos. Amei!
terça-feira, 3 de novembro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Surf em HD
GoPro HD HERO Camera: Surf Movie from GoPro on Vimeo.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
PERSONAGENS - A violência e as voltas que a vida dá




Do massacre, muitos daqueles que conhecem o dia-a-dia carcerário, surgiu a idéia entre os presos de que deveriam ser mais fortes e ter mais respeito. Era o embrião para o Primeiro Comando da Capital (PCC), que não pára de crescer, apesar de as autoridades dizerem o inverso.
Mas o mais intrigante como fato recente: dezessete anos depois, o próprio então governador, depois deputado federal e com alguns processos nas costas por desvios de verbas públicas, sofreria dor semelhante aos dos parentes daqueles presos. A cultura da violência, que permeou sua família de direita e a favor da ditadura, fez dele uma vítima e não mais agressor.
Dias atrás, no interior de São Paulo. Aparentemente, por conta de uma discussão sobre uma batida de carro, seu irmão mais novo, Paulo Fernando Coelho Fleury, perdeu a cabeça, atirou e matou o próprio filho. Ainda em choque por conta do feito, tirou a própria vida, tudo diante dos olhos de sua esposa, mãe do inconsequente menino de 20 anos que tinha....batido o carro.
















