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quarta-feira, 6 de maio de 2009

Personagens - Egrégio Erótico ou Ministro para Maiores

Por Jules Gilet



Para quem ainda não conhece, o excelentíssimo senhor acima é um dos onze estelares egrégios que compõe o Supremo Tribunal Federal, ou STF. Indicado por nosso Presidente, o Ministro Eros Grau renunciou ontem o cargo que acumulava, no Tribunal Superior Eleitoral. "O Supremo me absorve. Estou convencido de que não posso dividir a minha fidelidade a ele com outro tribunal", disse o felpudo Ministro em carta encaminhada aos funcionários de seu gabinete na Corte eleitoral. Para substituí-lo, o TSE contará com Ricardo Lewandowski.

Em 2010, ao completar 70 anos, o ilibado se aposenta do Supremo e, segundo fontes mais verossímeis e idôneas do meio da comunicação, debruçar-se-á sobre uma atividade muito cara para si, a literatura, e voltará para sua aprazível e bucólica residência em Tiradentes (MG).

"Os dois entraram na casa para buscar alguma coisa.
Xavier abraçou-a, juntou seu corpo ao dela e ela sentiu o pênis teso.
Tirou para fora e pediu-lhe que pegasse.
Foram não mais do que dois ou três segundos, agarrou e largou,
como se tocasse um ferro em brasa - era, de fato,
um ferro em brasa. Uma amiga, ao voltar da lua-de-mel,
contou-lhe que, quando entrava, era como se aquela
coisa viesse, por dentro, até a garganta."

O trecho acima foi retirado do primeiro romance escrito por nosso Ministro. Para quem gosta dessa literatura carregada de erotismo e sensualidade, não pode deixar de conferir Triangulo no Ponto, de Eros Grau.

terça-feira, 3 de março de 2009

CC-ri-a-ti-vi-da-de

Por Jules Gilet

"free, not in the sense of free beer, but free in the
sense of free speech.”



De
volta à terra depois de um carnaval pra lá de emocionante em Gotham, digo-lhes que só consigo falar de uma coisa: Creative Commons.

Isso mesmo, blogueirinhos. Nós, da comunidade virtual devemos sim lutar em prol da democratização da informação. O ex-Ministro Gil foi o primeiro a dizer que esse papo de licenças criativas é legal, enquanto os EUA tentavam deixar o Ipod na ilegalidade e o Mickey por mais 20 anos até entrar em domínio público.

Mas agora YES, WE CAN, e, adivinhem!? Ninguém menos do que ele, nosso pop president aderiu às licenças CREATIVE COMMONS! Não é fantástico?






P
ra quem não tá entendendo nada, é só entrar no
www.creativecommons.org ou no www.creativecommons.org.br e dar uma olhada nas coisas que os artistas e pessoas comuns criam e deixam diponíveis (com algumas condições, claro) as obras.

Pra quem ainda segue sem entender nada, segue o videozinho que conta do que se trata.