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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Birds on Wires - Jarbas Agnelli @ TEDxSão Paulo

TEDxSP 2009 - Jarbas Agnelli from TEDxSP on Vimeo.

Entre optar pela música ou pela direção de comerciais, Jarbas Agnelli ficou com as duas. Em seu AD Studio, designers e animadores trabalham lado a lado com os músicos, bolando a ideia dos filmes ao mesmo tempo que a trilha sonora é criada. A ideia de trabalhar com publicidade veio do pai, Laerte Agnelli, respeitado diretor de arte, que na adolescência de Jarbas dava verdadeiras aulas sobre o tema ao filho. Jarbas trabalhou em grandes agências, como a DPZ e a W/Brasil, nesta última por 13 anos. Ao mesmo tempo, tinha a música como hobby: sua banda, a Avenida Paulista, chegou a emplacar nas rádios o hit Londres Não É Tão Longe. Em 2002, Jarbas criou o AD Studio, uma produtora que une a música com a direção de arte. Foi premiado em Cannes em 2000, 2001 e 2005 e foi o único brasileiro a receber o Grand Clio, o mais prestigiado prêmio da propaganda americana.

Agora ele aparece com essa idéia de musicar pássaros em fios.

Texto e video: TEDxSP

domingo, 22 de novembro de 2009

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

"Thou shall never, under any circumstances,
miss a taxi cab ride for third party
shallow hints."
J.G.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

CINEMÃO - Where the Wild Things Are

Por Amaranthus




PARA MENINOS MIMADOS

Algumas das brincadeiras que temos quando somos crianças nunca nos sairão da cabeça. Eu mesmo me recordo de colocar todos os bonequinhos que tinha espalhados pelo living da sala dos meus pais para depois organizar um verdadeiro filme épico com mocinhos e bandidos, vencedores e vencidos. Eu roubava os talheres de prata para fazer a sonoplastia das armas dos rivais que se enfrentavam, estourava sacos plásticos para as bombas e tiros e usava muita geleca e líquidos para simular sangue e afins.

Por isso mesmo que me encantei com Where The Wild Things Are (Onde Vivem Os Monstros), novo filme de Spike Jonze que estreou final de semana passado nos Estados Unidos. A previsão é de que o longa entre em cartaz no Brasil no primeiro dia do ano que vem.

A história se passa num mundo fantástico criado por Max, um garoto mimado que não aceita o que julga como falta de atenção da irmã mais velha e da mãe. Depois de uma briga numa casa on the suburbs, ele “foge” para esse lugar mágico para se tornar rei de inocentes e gigantes criaturas.

Spike Jonze é gênio da arte cinematográfica. Já provou isso nos filmes que fez, com destaque para Adaptação (2002) e Quero Ser John Malkovich (1999). Mas desta vez ele criou um universo onírico com belíssima fotografia, personagens encantadores (que nada mais são do que facetas das personalidades do próprio garoto) e uma lição de moral super bacana para os meninos mimados que, de certa forma, todos somos mesmo depois de crescermos. Amei!






segunda-feira, 21 de setembro de 2009

nekudat hen

Por Jules Gilet


Semana passada me chamaram para ir a um evento. Inauguração de um bazar itinerante, cheio de moças jovens atrás das novas tendências. Tímido por não estar trajando uma indumentária de acordo, resolvi mesmo assim me misturar. Entre moleskines, bonecas descoladas, sabonetes conscientes e araras cheias de panos dos mais variados, havia uma moça de vestido meio bege, salto alto escuro e muita pose, que passava de um lado para o outro, atarantada e dando atenção a todos.

No hay banda, respondeu um homem de sotaque português a um grupo de jovens que estava ali só pela festa. Independente de tudo, a moça, mais que must have, era um must be. Sem ela, o ambiente - apesar de muito colorido - ficava meio desbotado, quase pastel.

Ao entrar no recinto, as cores saturaram, o contraste apareceu, e até o som aumentou (mas este, sendo de verdade ou não, foi logo diminuído pela própria, que se preocupava com os vizinhos). Seu ar austero e de movimentos contidos denotavam um peso de responsabilidade pueril e sóbria. Ao pegar um shot de mousse de manga com canela, sem querer esbarrei nela e, como que por acaso, derramei um pouco do quitute naquele fantástico vestido. Nossa! Mil desculpas! Foi o que pensei, mas nada consegui dizer. A moça olhou para o vestido, depois para mim, abriu um sorriso com todos os dentes do mundo. No canto superior esquerdo de sua boca, uma marca que os hebreus chamam de “ponto de graça” (נקודת חן) e seus olhos, apesar de transmitirem um leve desagrado pelo acidente, me encararam de tal forma que me senti com 7 anos de idade, recobrando a calma ao soletrar uma palavra difícil no auditório lotado da escola.

Balbuciei alguma coisa, na ânsia de me desculpar, mas só gaguejei. Não foi nada, disse ela com uma serenidade digna de parteira do interior. De súbito, um jovem esquálido e afeminado vestindo roupas-tendência a chamou às pressas. Parecia seu assistente e chamava-se Alcides. Olhou para mim com desdém, depois com horror para a mancha de manga com canela, e logo puxou aquela mulher, que sumiu em meio a consumidores de chapéu, calças rasgadas e botas de meia estação.

Antes de sair daquele lugar cheio de gente chique, no qual sentia não me encaixar, principalmente por não conhecer nomes de estilistas e por derrubar comida em pessoas, perguntei a um senhor baixinho, careca e muito simpático sobre aquela moça, que era mais uma epifania do que qualquer outra coisa. Nadine disse-me ele, e é ela quem organiza essa coisa toda.

Voltei para casa com a sensação de ir na festa de casamento de bico e arrumar briga com o pai da noiva.

domingo, 6 de setembro de 2009

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Little Joy boa pedida para os embalos de sábado.

Acontece amanhã no Via Funchal a apresentação da banda Little Joy. O trio formado pelo guitarrista e vocalista dos Los Hermanos Rodrigo Amarante, Fabrizio Moretti baterista do the Strokes e a multi-instrumentalista Binki Shapiro toca junto desde 2007.

Esta é uma rara oportunidade de conferir a performance do trio.

Ate lá jovens!




http://www.myspace.com/littlejoymusic

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Video JukeBox - Sharevari @ The Scene - Detroit (1982)

Video JukeBox buscará trazer para os Kiputzers videos de músicas que já foram, que estão sendo, e que serão.

Esse som é do Sharevari, com dancinha coletiva performada no programa de TV de Detroit (US) chamado The Scene. O programa ficou no ar de 1976 a 1987, e trouxe um monte de som legal, com essas figuras dançando como loucas. Um projeto do produtor executivo e apresentador Nat Morris.







J.G.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

O caranguejo, a verdade e o pão na chapa

Tem alguém aí? Perguntou o jovem do lado de fora. Ninguém respondeu. Podia ter certeza que viu alguém entrar por aquela porta, minutos antes. Estava ali, a esperá-la passar. Estranho, muito estranho. Ela acabara de sair para o trabalho e, de certo, demoraria um tanto a voltar. Mas ele não se importava. Iria esperar e dizer tudo que pensava. Sem rodeios, sem meias palavras. Deixaria bem claro o que sentia, sem se importar com a resposta. Afinal de contas era um homem, e um homem ter que fazer o que um homem tem que fazer. Mas enquanto nada acontecia, enquanto ali esperava, prostrado do outro lado da rua, tinha certeza que acabara de ver alguém entrar por aquela porta. Quem seria? São poucas pessoas que entram por ali. E afinal, que raios vinham fazer? Desimportante, isso é desimportante. O importante mesmo é saber exatamente o que dizer. O momento é decisivo e não haverá outra chance. O coração palpita. Talvez seja prudente se acalmar. Há uma padaria logo ali,... quem sabe se tomar um suco de laranja não acalma os ânimos? Dizem que maracujá também é ótimo para os nervos. Um pão na chapa seria ótimo também, afinal, já era onze da manhã e ele estava ali, de pé, desde as oito e meia. Por pouco a perdera de manhã, saindo, disse o porteiro. Mas também, dizer tudo o que é preciso logo de manhã é dose. Muita imprudência. A menina mal acorda e já é bombardeada. Não há sentido. À padaria. É, pão na chapa e suco de laranja, natural, claro. Mas e se ela voltar para o almoço? Mais uma oportunidade perdida. Melhor esperar. O celular toca, o chefe ligando. Ele ignora, afinal, nada mais importa, e ele não conseguiria trabalhar de forma alguma com essa pendência a ser sanada. De jeito nenhum. Uma e meia, e nada dela voltar para o almoço. Talvez esteja muito atarefada no trabalho. Ou talvez ela nem almoce em casa. Pior ainda, talvez ela nem more mais aqui. Não, isso não. Seguramente que mora. Semana passada mesmo ele tinha oferecido uma carona. Ela aceitou, muito educada. Estou cansada, disse. Sempre cansada. Estranho, muito estranho. Talvez ela trabalhe demais e faça muita festa, e esta é uma combinação muito cansativa, mesmo para os jovens. O telefone toca de novo, do trabalho. Melhor nem atender. Onde diabos está você? Pergunta o chefe por mensagem de texto. Será que vale resposta? No hospital. Atropelado a caminho do trabalho. É uma boa desculpa. Velório de vovó também pega bem. Melhor nem responder, conclui. Duas e quarenta. Talvez agora seja uma boa hora de ir até a padaria. O suco de laranja com gosto esquisito faz o garoto concluir que as laranjas foram cortadas com faca de cabo de madeira, a mesma que cortou as cebolas. Pelo menos o pão na chapa está ótimo, mas não vai bastar para amainar a fome. Lembrou-se que o sanduíche de bife à milanesa da padaria era demais. Comiam juntos, aos fins de semana ociosos. Certa vez ela comeu 13 deles. É que resolveu apostar com o dono da padaria, o Miltão. Miltão passou mal com dez, e ela mandou 13. Incrível mesmo. Mas isso faz muito, muito tempo. Miltão até já morreu, de enfarto. Parece que ele apostava sempre quem comia mais, até que as veias entupiram todas. Cinco e vinte. Ela deve chegar em breve, isso se não for correr ou atender à aula de Tai Chi no parque. Bom, recapitulando, dizer tudo, isso mesmo, tudo, sem rodeios. Ele repassa o discurso na cabeça, pois se ensaiar mesmo os passantes vão achá-lo maluco. Onde já se viu, falando sozinho? Seis e meia. Vê seu carro no fim da rua. É agora. Vai dizer tudo, tudo mesmo. As mãos suam, o estômago revira. Respire fundo, rapaz, disse para si mesmo. Ela embica o carro para estacionar, ele atravessa a rua, decidido. Ela o vê, e abaixa o vidro. Olá! Que faz você por aqui? Ela pergunta com um sorriso, já estendendo o rosto para ser cumprimentada. Estranhamente ela oferece a face e deixa a boca tão longe,... e se deixa beijar, mas não beija de volta, não faz nem o barulhinho. Isso lhe soa tão vazio, mas não importa, pois agora é hora de dizer. Diga! Sua cabeça comanda. Ela o encara, esperando por alguma resposta. Não, é que eu estava só passando por aqui. Vinha da igreja e ia à padaria. Igreja? Não sabia que freqüentava. Pois é... Bom, legal,... nos falamos mais tarde então. Estou tão cansada. Vou me aprumar e sair. Que tal uma cerveja? Acho uma boa, responde ele. Melhor eu ir agora, à padaria. Ok, depois nos falamos. Tchau. Ele sai andando, e pensando que mais uma vez deixou passar. Mas também não parecia um bom momento, certamente haverá um melhor. Igreja? Como assim, igreja? Não ia à igreja há anos. Que desculpa imbecil. Mas ele não é tão covarde assim, pensa. Será que evitava dizer tudo por algum motivo? Talvez esta seja uma gaveta que não valha a pena reabrir, pois está muito bagunçada, disse-lhe seu xamã. Mas ele relutava a acreditar nisso. Gaveta. Onde já se viu chamá-la de gaveta. Ela seria um belo de um criado mudo inteiro, isso sim. De ypê. Ou não. Semana que vem. Isso! Semana que vem volto e digo tudo. Fechado! Da semana que vem não passa. Não precisa aparecer mais. Essa foi a última mensagem de texto do chefe.

J.G.


segunda-feira, 13 de julho de 2009

"A puerícia é mais natural aos velhos do que aos moços."

Euclides da Cunha (1866 - 1909)

Fonte: Migalhas


segunda-feira, 6 de julho de 2009


Você roubou meu sossego.
Você roubou minha paz!
Com você eu vivo a sofrer...
Mas sem você vou sofrer muito mais!

Você roubou meu sossego.
Você roubou minha paz!
Com você eu vivo a sofrer...
Mas sem você vou sofrer muito mais!

Já não é amor!
Já não é paixão!
O que eu sinto por você é obsessão!

Milton De Oliveira E Mirabeau/irmãos Vitale

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Acontece com você, com o Beckham e com o Brad Pitt não deve ser diferente.


B
eckham assistia a mais um grande jogo da NBA quando chegou o intervalo... Logo, as Cheerleaders entraram em cena e o maior alvo do marketing esportivo começou a se complicar... Como acontece com todos homens do mundo!


Beckham pensa: Minha nossa, que belo bumbum heim...vish... ôôô lá em casa... ( em outras palavras obviamente, devido a censura do Kiputz!)




Beckham continua pensando: O claro que a Victoria não ta nem percebendo... Tolinha... ( também em outras palavras... )




Victoria diz: Vai continuar olhando na maior cara de pau?
Beckham responde: Hãm? O que? E logo pensa: Como ela viu que eu tava olhando?




Beckham diz: Amor, magina...Eu tava olhando a coreografia! Você viu que impressionante a elasticidade dessas meninas?!
Victoria pensa: FDP, Calhorda, pilantra, sem verginha... aiaiai que ódio! Se não estivéssemos em público ele ia escutar viu... deixa chegarmos em casa pra ele ver!




Beckham pensa: Vish... Toca celular, toca celular...Empresário, cadê você nessas horas pra inventar uma reunião de urgência, um treino físico de madrugada ou algo do tipo!






Por UMQV




quarta-feira, 10 de junho de 2009

Boa Vista ao Jovem Míope II

Por Jules Gilet


Tempos passados, percursos novos; ou quiçá os mesmos, mas com a determinante ação do tempo. No dia-a-dia, Nívea parece mais aberta, mais disposta ao dolo eventual que outrora, só que com outrem.

Os olhares são mais inquisitivos, céticos. Mesmo em um local que possibilita tantas re-impressões do passado pueril e descabido, agora bem distante. Os gestos, mais comedidos e evasivos. A Capitu contemporânea tem uma omissão proposital, premeditada. Um desinteresse latente no que já foi, enquanto a recíproca, além de inverdadeira, se mostra um tanto apreensiva. Ademais, nos intentos diários, esparsos e vagos, a percepção é que falta reciprocidade em basicamente todas as investidas.

- -

Não creio em horóscopo, mas ao abrir o jornal hoje li no meu quadrante zodiacal:
“Desapegue-se, libere o monstro dentro de você. A quarta-feira permite que você aja em prol do seu próprio futuro com inspiração e praticidade, e o dia tende a ser mais produtivo que o habitual. O nível da sua performance será mais elevado e com isso você chamará a atenção das pessoas para si. “

Tais ditos são sempre tão generalistas que por vezes cogito adotar tal ofício. Mas Oxossi não permite, e quem entende disso tudo mesmo é São Jorge. O resto é resto. Se o dia foi mais produtivo? Se “produtivo” é sinônimo de chuva, problemas e pouco sono, então a mãe Diná ou a irmã dela que escreveu isso, acertou. Agora, “nível da performance”? Que performance? E com essa performance será Possível chamar a atenção das pessoas? Será que dá para passar incógnito, ou devo mesmo soltar o rojão?

Nesse ínterim, Bruna enfrenta seu turbilhão de questiúnculas – que, diga-se de passagem, são demasiadas – e rechaça sem querer, se afasta como que por engano, mas não é uma questão de arrependimento, e sim da busca por um novo iter. Aliás, o iter escolhido foi a Índia, e dentro em breve Bruna embarca para uma viagem em busca do eu. Não do eu-eu, mas do eu-ela, claro. Disse que marcou a passagem de volta para o dia 8 de maio de 2012.

O dia que o horóscopo disser “Hoje é o dia perfeito para viajar. Vá, mude de ares, busque seu eu e não olhe para trás.” eu vou. Vou e levo meu caderninho e uma caneta, e quem sabe uma máquina fotográfica, digital, claro, pois não há mais tempo de parar para trocar rolos. Mas isso tudo é só verborragia, especulação de um raciocínio bem do viciado...enfim... melhor pedir outro whysky.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

E em 8 de Junho de 2006...






Para isso, os amigos Rafael Grostein e Rodrigo Edelstein chamaram Luciano Aroera para completar o trio de sócios, que com seus contatos ajudaria a dupla a fazer a r.stein crescer após um ano num pequeno stand também no Itaim.


Foram 2 anos de muito trabalho, mas principalmente de muitos bons momentos que jamais serão esquecidos por muitos que lá frequentaram e fizeram da pequena lojinha uma extensão de sua casa...



Muitos foram aqueles que quando não tinham o que fazer, esticavam suas perninhas no sofá do segundo andar e de lá saiam apenas quando a loja fechava. Muitos foram aqueles que saiam do escritório e lá tomavam uma cervejinha jogando um pouco de conversa fora. Muitos foram aqueles que espalhavam e participavam de toda a história da r.stein, seja ela em SP ou na Bahia...



Aaaahhhh r.stein, lojinha querida, que nos rendeu amizades até então inimagináveis, começo, recomeço e fim de namoros terminados ou quase virando casórios, blogs, baladas e outros contatos profissionais, hoje completaria 3 anos de existência se não tivesse fechado suas portas por problemas com vizinhança, muito trabalho x pouco retorno e novos desafios dos sócios.


Aaaahhh r.stein... Graças a ela aprendemos muito, crescemos, evoluímos e conhecemos muita gente...Vencemos e perdemos, rimos e choramos, brigamos e nos abraçamos, foldamos e demos all ins, amamos, amamos, amamos e jamais a odiamos...Aaaaah r.stein, que saudades...
À todos que um dia lá pisaram, muito obrigado por ter feito parte de um dos melhores momentos de minha vida.


Por UMQV

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Find the joy in your life - II

Felicidade?

Na concepção de um jovem passando pelos conturbados tempos da Era de Aquarios, é mais ou menos assim. Mas é claro que esta que segue é apenas uma faceta desse sentimento tão etéreo.

A vertente a que me refiro já foi tratada aqui, mas nunca esgotada, que é fazer do mundo uma pistinha. O pessoal do Technotronic já brilhava a valer no parquet da boemia, e acabaram criando o fenômeno pump up the jam (grossamente traduzido como "bomba na geléia"). E isso há 20 anos.




J.G.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Imagem do Dia



Frente à breve crise dos colaboradores do Kiputz!, deixo meu manifesto com essa bela imagem obamizada de Alfred E. Newman, um ícone do bom conteúdo, a fim de estimular meus parceiros, quiçá um tanto desgostosos com o momento atual (uns de cama, outros de mudança, e outros até em inferno astral[!]). Não esmoreçam, meus jovens!

J.G.