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segunda-feira, 12 de abril de 2010

PIXELS by Patrick JEAN






Também dá para vizualizar em HD no youtube.

Written, directed by : Patrick Jean
Director of Photograhy : Matias Boucard
SFX by Patrick Jean and One More Production

quarta-feira, 31 de março de 2010

Henri Matisse

Henri Matisse. Dance (I). 1909
Fonte: MoMA

terça-feira, 17 de novembro de 2009

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

CINEMÃO - Where the Wild Things Are

Por Amaranthus




PARA MENINOS MIMADOS

Algumas das brincadeiras que temos quando somos crianças nunca nos sairão da cabeça. Eu mesmo me recordo de colocar todos os bonequinhos que tinha espalhados pelo living da sala dos meus pais para depois organizar um verdadeiro filme épico com mocinhos e bandidos, vencedores e vencidos. Eu roubava os talheres de prata para fazer a sonoplastia das armas dos rivais que se enfrentavam, estourava sacos plásticos para as bombas e tiros e usava muita geleca e líquidos para simular sangue e afins.

Por isso mesmo que me encantei com Where The Wild Things Are (Onde Vivem Os Monstros), novo filme de Spike Jonze que estreou final de semana passado nos Estados Unidos. A previsão é de que o longa entre em cartaz no Brasil no primeiro dia do ano que vem.

A história se passa num mundo fantástico criado por Max, um garoto mimado que não aceita o que julga como falta de atenção da irmã mais velha e da mãe. Depois de uma briga numa casa on the suburbs, ele “foge” para esse lugar mágico para se tornar rei de inocentes e gigantes criaturas.

Spike Jonze é gênio da arte cinematográfica. Já provou isso nos filmes que fez, com destaque para Adaptação (2002) e Quero Ser John Malkovich (1999). Mas desta vez ele criou um universo onírico com belíssima fotografia, personagens encantadores (que nada mais são do que facetas das personalidades do próprio garoto) e uma lição de moral super bacana para os meninos mimados que, de certa forma, todos somos mesmo depois de crescermos. Amei!






terça-feira, 20 de outubro de 2009

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

CINEMÃO - Crianças Invisíveis



Crianças Invisíveis [All the Invisible Children], Vários Diretores [2005]

“É dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.” Isso é o que diz a lei. Apesar das diferenças culturais, étnicas, lingüísticas, criança é criança, seja no Brasil, Itália, Inglaterra, Sérvia, Burkina Faso, China, Estados Unidos ou em qualquer lugar do mundo. A diferença diminui mais ainda quando essas crianças não tem pai, mãe, dinheiro, saúde,... o que faz desses infantes seres sem rosto, ao primeiro olhar. Este projeto traz 7 curtas dirigidos por Mehdi Charef, Emir Kusturica, Spike Lee, Kátia Lund, Jordan e Ridley Scott, Stefano Veneruso e John Woo, diretores tarimbados que imprimem as caras dessas crianças – que logo na tenra infância já foram despidas da inocência característica da idade - pra quem quiser ver na telona. [Raphael Bottino]


Fonte: b-coolt






quinta-feira, 8 de outubro de 2009

domingo, 6 de setembro de 2009

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

quarta-feira, 13 de maio de 2009

sexta-feira, 8 de maio de 2009

CINEMÃO - Estamira




Estamira, de Marcos Prado [2004]


“A minha missão, além d’eu ser Estamira, é revelar a verdade.” Se qualquer um ouvisse uma senhora suja e maltrapilha dizer isso, certamente a taxaria de louca. Mas Marcos Prado deixou o rótulo de lado e parou para ouvir Estamira que, com ares de profeta, diz que o lixão é feito de resto e descuido. E é desse descuido que ela e uma porção de gente tira o sustento. Pelo menos a nossa heroína o fez por 20 anos no aterro sanitário de Jardim Gramacho [RJ], ao mesmo tempo em que foi perdendo a fé em Deus e no homem para acreditar em uma verdade só sua. Quando está em casa, de banho tomado, ela é mãe e avó zelosa, mas não deixa de ser a verborrágica e iconoclasta Estamira. Este premiadíssimo documentário escancara a negligência da sociedade e mostra uma sensível e esquizofrênica mulher de 63 anos que enfrenta seu sofrimento com monólogos incríveis, imersa num ambiente descuidadosamente cenografado por nós mesmos. [raphael bottino]



Fonte: b-coolt

J.G.