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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

terça-feira, 22 de setembro de 2009

300

Como foto comemorativa do 300º post, fiz uma breve pesquisa, mas obviamente que ao digitar "300" no Google, o oráculo digital só trouxe fotos do Xerxes Santoro, do Leônidas bombadão, e daquele número vermelho e sangrento.

Mas como a pesquisa é aprofundada, sou brasileiro e não desisto jamais, encontrei essa imagem do nosso Leônidas, guerreiro um tanto cansado após enfrentar um exército tão opulento com apenas seus 299 bravos guerreiros. Acho que ela mostra bem o ânimo de nossos colaboradores-kiputzers após 8 meses de postagens.

Já no outro extremo da América, Alfred E. Newman, ícone do conteúdo, comemorou assim:

Reparem na pompa, na roupagem, nas fontes, NO PREÇO! Ah, bons tempos...

Eu não sei como Hugh Hefner comemorou, mas certamente teve muita festa quando lançou a primeira de suas publicações:

Isso mesmo, ele com Marilyn, nós com Lulônidas, o mito. Outros tempos, outras mídias, outro conteúdo, o mesmo tesão!

É por essas e outras, jovens, que precisamos postar. Tudo bem que Newman e Hef estão em outra dimensão. Mas eles só chegaram lá porque postaram, postaram e postaram, e nunca desistiram.

Amo-lhes
Jules Gilet

domingo, 6 de setembro de 2009

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

domingo, 5 de julho de 2009

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Naomi Campbell - Musa


Acreditem, ela também tirou uma casquinha do homenageado da semana. O clipe foi proibido em um monte de países na época. Mas agora você confere com exclusividade no blog secreto.
CLIQUE AQUI

domingo, 28 de junho de 2009

Personagens - O Fim do Pequeno Notável

Por Gabriel Rocha Gaspar


Foto: Associated Press


" 'Jackie é o vocalista', determinou o pai, Joe, depois de muito custo. Desde que encontrara um violão escondido no porão do sobrado em que morava, em Gary, Indiana, passara a vigiar os filhos de perto. Ele próprio se aventurara pelas cordas (e estradas) ressonantes do blues e temia que os filhos embarcassem na onda musical. Um dia voltou mais cedo da siderúrgica em que trabalhava e colou o ouvido na porta, tentando flagrar um acorde ou outro.




Ouviu as belas vozes de Tito, Jackie e Jermaine harmonizando sucessos de Sam Cooke, Ray Charles e James Brown. Era soul, era hip, era novo, era diferente. Era grana no bolso, certeza. Sorriu, pensativo. Até que uma nota saiu do lugar e seu ouvido de músico flagrou a falha. Invadiu o porão de cinto em riste e proferiu um discurso que marcou a cabeça (e a pele) dos três moleques. "Se vocês vão fazer música, vão fazer bem feita. Nem que eu tenha que passar dez dias seguidos com vocês nesse porão". A brincadeira de criança virou trabalho profissional; os côveres despretensiosos, música pra parada de sucesso.




A contragosto do rabugento Joe, os caçulas Michael e Marlon resolveram pegar na percussão e entrar na onda. O Jackson Family virou Jackson Five. E o Jackson Five voou alto: partiu dos clubes black de Gary para os clubes black de todo o estado; de Indiana para Chicago; de Chicago para as concorridíssimas audiências da Motown. O primeiro teste não foi grande coisa, os "capos" da gravadora sacaram potencial no menorzinho. E só. Joe ficou inconformado e resolveu tirar a ideia de que 'Jackie é o vocalista' da cabeça. 'O menorzinho é o vocalista', determinou. Pobre Michael. Debaixo de porrada, ele aguentou o fardo de toda a família. Cantou, apanhou, dançou, apanhou, deixou de dormir para ensaiar, apanhou, deixou de brincar para ensaiar, apanhou, liderou o grupo na derradeira audiência da Motown, com uma versão estrondosa de 'I Got The Feelin'', de James Brown, apanhou, conseguiu o contrato, apanhou, atingiu o primeiro lugar da Billboard, apanhou, resolveu seguir carreira solo, apanhou, virou o maior ícone pop do planeta e passou a apanhar de si próprio e do mundo.




Mas, no fundo, entre todas as esquisitices que cercam a carreira e a vida dele, Michael Jackson sempre foi um menino extremamente talentoso. Um gênio precoce que pagou com corpo e a alma o preço de sua genialidade. E não se deu conta disso. Mas as especulações acerca do excêntrico e possivelmente criminoso Michael são muito menos interessantes do que seu legado musical. Este sim, bastante nutritivo."




Fonte: Afroências


Vá com Jah, Michael.


J.G.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Imagem do Dia: Isso aqui ô-oooooo...

Foto: Ricardo Moraes/AP

Como estou sem palavras, gostaria muito de ouvir comentários.
P.S.: Se clicar na foto, vai para a matéria que contextualiza o momento.